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quinta-feira, 8 de março de 2012

O regresso da Raposa Branca...

     Boa madrugada caros leitores! Quanto tempo que não posto aqui, né? Desculpem-me, ou não... Vai saber...
     Bem, o que contar? Pois bem, primeiro, minha vida virou de cabeça pra baixo e revirou até ficar de cabeça pra cima de novo. Preciso de mais férias, definitivamente.
     Voltei a receber uma quantia de encomendas razoável. Estou feliz com isso. Negócios fluindo. Pois bem...
     No carnaval eu fui para Friburgo e fiquei na casa de Will (obrigada pela estadia). Andei de cavalo (finalmente)! *--*
     Nesse meio termo, meus esquilos deram cria 2 vezes. E, agora tenho um coelho também... O Peter Rabbit. Meu bebê (lê-se gato, Baby) virou estrelinha... Foi embelezar o céu... <3
     Tá, ok. Mas, vocês devem estar se perguntando o porquê de eu não ter postado todo esse tempo. Pois bem: eu não sei. Não tinha assunto, estava cansada. Sei lá... Passei aqui pelo menos umas 2 vezes, com a caixa de postagem aberta e o cursor piscando e nada pra falar, escrever, etc... Acho, eu, que estava triste...
     Mas, águas vêm, águas vão e eu voltei... (Admito que nesse exato momento em que estava digitando isso, parei para pensar em por quê eu havia voltado e estava falando isso...) Bem, gostaria de discutir algo importante, mas, meu cérebro anda meio lesado esses últimos dias e, sinceramente, acho que não têm nenhum assunto importante a se discutir...
     Ah, sim. Nesses últimos dias, entrei para o curso de alemão, além do de francês que eu já fazia. E querem saber de uma coisa? Acho que tenho cérebro de cachorro (tendo em mente que o cérebro de um cão, reconhece parte das palavras ditas em alemão, o que faz com que ele compreenda o que está sendo dito).
     Me apaixonei por alemão. E não, não é difícil. É uma língua até bonita se bem ouvida. Estou pensando seriamente, agora, em morar na Áustria (tendo em vista que seria o segundo pais que eu moraria na escala de gostos).
     Outra coisa pela qual me apaixonei, foi pela série "Dr. House". O que me faz sentir muitas saudades e até muita falta do meu professor da auto-escola (já que ele era completamente apaixonado pela série e vivia mandando eu ver, que eu iria gostar)...
     Falando em auto-escola, como todos sabem, eu já havia tirado a carteira, mas, agora eu estou oficialmente dirigindo... Já passei de 100 km/h e já quase matei minha mãe do coração, então, agora ta valendo!
     Fazendo um post grande pra compensar o tempo que passei sem postar. Ah, sim. Outra novidade é que vou ser "dindinha" oficialmente falando! Meu afilhado Thomas deve nascer pertinho do meu aniversário em Julho! Filhote da Lo! *---*
     Hoje fui ver minha "afilhada/sobrinha" de consideração! A Clarinha, filha da Joy! Nossa, ta tão grande e esperta! Nha, que vontade que dá de ser mãe quando vejo que todos a minha volta estão tendo filhos e eu to ficando velha! O.O Mas, pra ter neném, só quando eu puder bancar meu neném... Então, só vai ter Brian daqui a uns 4 anos... Contentarei-me.
     Anyway people, vou deixando vocês por aqui... Não tenho mais muito o que dizer, então, deixem pra próxima vez. Beijos =*

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Carta ao senhor Destino

     Senhor Destino, 
     Sei que o senhor já escreveu todos os caminhos que todos seguem, sem nunca errar, sendo bons ou ruins, o senhor sempre sabe o que vai acontecer. 
     Sei que já reclamei muito do senhor e hoje peço desculpas. Sei que todas as histórias precisaram ter um desenrolar, e na maior partes das vezes, esses desenrolares não são fáceis, nem bons, assim como o meu não foi. 
     Mas, o senhor me ensinou a colocar a cabeça no lugar e parar de procurar chifre em cabeça de cavalo. Aprendi que esses tais chifres que eu procurava, só existiam em unicórnios, e unicórnios são raros.
     Mesmo depois de saber disso, eu ainda fui tola de acreditar que poderia encontrar unicórnios em qualquer lugar e que bastava procurar. Me dei mal, e me machuquei muito com os tombos que levei pelo caminho. Comecei até a acreditar que unicórnios não existiam.
     Me deparei com muitos cavalos de raça e até com puros sangue árabes. Achei que eu pudesse ser feliz apenas com cavalos, mas, me enganei... Entretanto, preferi continuar me enganando a ver meus cavalos de raça virando pangarés de novo, mas, não deu certo e eu já estava conformada.
     Desisti de procurar cavalos especiais e comecei a valorizar aqueles que estavam ao meu redor, tentando me fazer mais feliz, embora não da maneira que eu queria.
     O que eu não esperava era que de repente o cavalo que me alegrava mais e me fazia ir mais longe, colocaria a crina para trás, mostrando seu chifre. E sei que o senhor já sabia desse detalhe.
     Não sei onde o senhor estava com a cabeça de por um unicórnio na minha frente, mas, agradeço por me fazer feliz e me ensinar que as coisas mais preciosas vêm para aqueles que merecem, valorizam e sabem esperar e não para aqueles que simplesmente procuram.

Muito obrigada,
Lara


quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Sobre Mustangs Selvagens...

    Olá caros leitores. Tudo bem com vocês? Comigo está tudo ótimo, obrigada.
    Bom, como a maioria das pessoas que me conhecem, falar de cavalos é fácil pra mim. Eu os adoro. São criaturas fascinantes e nos causam uma sensação de liberdade inexplicável.
    Mas, por que falar de mustangs selvagens? Bom, os mustangs são os famosos cavalos indígenas norte americanos. Entretanto, os mustangs não foram criados aqui e os índios norte americanos não conheciam cavalos...
    Os mustangs foram trazidos da Espanha para a América do Norte, logo depois dos cachorros (que também não eram conhecidos pelos índios). Como eram animais que não existiam e de longe, lembravam um cachorro, na língua indígena, receberam o nome de "cachorro grande", que é de onde deriva a nossa palavra "cavalo".
    Com certeza, quase todos vocês já viram o filme "Spirit", certo? Pois bem, são mustangs. A "Chuva" é a representante mais comum da espécie. Malhadinha, baixinha e mais gordinha. Mas os mustangs adquiriram muitas qualidades e diferenças ao longo dos séculos.
    Esses cavalos se tornaram muito fortes e não tinham predadores. Isso fez com que ele se reproduzissem de maneira descontrolada e passassem a competir com os fazendeiros e agricultores. Esses por sua vez, passaram a caça-los.
    Como eram a maneira dos índios se locomoverem, foram caçados e mortos para que os norte americanos pudessem se livrar dos índios de maneira mais fácil. Depois, foram caçados por quê comiam as pastagens... Começaram a sumir, e quase sumiram...
    Depois de muito tempo, viraram patrimônio norte americano. Foram preservados e não podem ser mais caçados. Entretanto, os mustangs selvagens hoje em dia, não passam de 33.000 exemplares. Um número muito pequeno em relação aos mais de 350.000 que existiam.
    Eu sou a favor dos mustangs selvagens. Queria que eles não fossem reconhecidos somente como carros de marca boa, e sim como os grandes e poderosos cavalos que são, afinal, foi um mustang que conseguiu atravessar o deserto, sem água e comida, por muito tempo, na corrida árabe promovida nos desertos do Iraque e Arábia Saudita, até a chegada ao mar.
    Bem, o que eu quero enfatizar é que devemos dar notoriedade a um animal tão magnífico que consegue superar os próprios limites. Não somente se tratando de cavalos, mas, devemos dar notoriedade a tudo que supera seus próprios limites e se torna forte. Não se deve erradicar algo que já foi provado que merece estar ali... Nem devemos julgar algo, somente pela aparência ou pela história...
    Isso é só um fato, uma breve história sobre mustangs selvagens... Deixo vocês por aqui! Beijo =*